Publicidade

Eleições Presidenciais 2018: Disputa pelo cargo de Presidente(a) da República vai ter 14 disputantes

05 de agosto, 2018 às 19:17 - por Redação do www.visaodovale.com.br

A eleição presidencial deste ano terá 14 candidatos, o maior número desde 1989, a primeira eleição direta depois do fim da ditadura comandada pelos militares, quando 22 postulantes ao Palácio do Planalto tiveram seus nomes registrados nas urnas.

Segundo especialistas, apesar do grande número de candidatos, quatro ou cinco, efetivamente, deverão disputar a liderança, com chances de irem para o segundo turno e vencer. Olhando as pesquisas de hoje, as alianças partidárias e os históricos dos últimos anos, despontam na corrida: Jair Bolsonaro (PSL), Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT) e o representante do PT, até agora, Luiz Inácio Lula da Silva, que mesmo preso, teve seu nome confirmado na convenção nacional do PT.

Veja a lista por ordem alfabética:

Alvaro Dias (Podemos) – Vice Paulo Rabello de Castro (PSC)

Cabo Daciolo (Patriotas) – Vice Suelene Balduino Nascimento (Patriotas)

Ciro Gomes (PDT) – Vice Katia Abreu (PDT)

Geraldo Alckmin (PSDB) – Vice Ana Amélia Lemos (PP)

Guilherme Boulos (PSol) – Vice Sônia Guajajara (PSOL)

Henrique Meirelles (MDB) – Vice Germano Rigotto (MDB)

Jair Bolsonaro (PSL) – Vice General mourão (PRTB)

João Amoedo (Novo) – Vice Christian Lohbauer (Novo)

João Goulart Filho (PPL) – Vice Léo Alves (PPL)

José Maria Eymael (DC) – Vice Helvio Costa (DC)

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – Vice ainda não definido

Manuela D’Ávila (PCdoB) – Vice Adilson Araújo (PCdoB)

Marina Silva (Rede) – Vice Eduardo Jorge (PV)

Vera Lúcia (PSTU) Vice Hertz Dias (PSTU)

Para os analistas, ainda que as análises mostrem a força de quatro ou cinco candidatos para chegar ao segundo turno e vencer as eleições, muitas surpresas poderão surgir no meio do caminho, diante do grande número de eleitores que dizem que votarão em branco ou anulação o voto.   Quando a campanha efetivamente começar, a partir de 16 de agosto, tudo pode mudar, inclusive um candidato que hoje não aparece com potencial de vitória cair no gosto popular. A televisão será fundamental para ditar o rumo da disputa ao Planalto, mas também haverá o peso das redes sociais, que podem ajudar, sobretudo, os candidatos com menos tempo de tevê.

Os eleitores estão mais exigentes e descontentes com os políticos tradicionais. Mas vários conhecidos estão com os nomes nas urnas, alguns com acusações ou aliados a suspeitos de terem participado do esquema de corrupção descoberto pela Operação Lava-Jato. O combate à corrupção, por sinal, será tema importante nos debates que travados até outubro próximo.  Será uma campanha curta, mas muito intensa. Os eleitores terão de ficar muito atentos a falsas promessas e a discursos populistas. O Brasil passa por um momento gravíssimo, com as contas públicas em frangalhos e o  próximo presidente eleito, terá que desarmar uma bomba que pode levar a economia novamente para a recessão e ampliar o desemprego.

Redação de política do www.visaodovale.com.br 

Autor

Bado Jacoby

bado@visaodovale.com.br

Publicidade

conexão

2016 - Todos os direitos Reservados