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A diferença entre Eficiência e Prepotência na gestão pública

14 de dezembro, 2017 às 22:30 - por Bado Jacoby

Em regra, todos os governantes tem em suas equipes, um homem ou mulher que é identificado(a) como referência e a partir destes, o governo da ritmo a seus projetos e ações que vão nortear, um mandato para o desastre ou, para algum tipo de sucesso na gestão.

São Leopoldo, não foge a regra e a comparação se faz necessária quando no governo passado tivemos o grupo que ficou conhecido como os Senhores da Excelência em Gestão que tinha sob seu comando Valdir Mattos, que foi com certeza a pessoa mais poderosa e centralizadora de todos os governos da história de qualquer administração já acontecida na cidade. Mattos juntamente com seus pares próximos, venderam a ideia de uma administração revolucionária baseada na eficiência(?) e na gestão feita por profissionais(?) que na realidade, nada sabiam do cotidiano da coisa pública e tiveram,  imensa dificuldades em elaborarem projetos de prospecção de financiamentos nos 3,5 anos que comandaram o Governo do Prefeito Anibal Moacir. Este estilo de gestão, deixou uma passivo político e administrativo que é considerado um desastre por todos os segmentos da política Leopoldense e como feito maior, conseguiu a façanha de nem um legado deixar para a gestão posterior que infelizmente, teve que começar praticamente do zero em termos de continuidade em projetos elaborados ou aprovados para buscar recursos tipo fundo perdido ou de parcerias com estado, federação ou organizações internacionais.

Na comparação de estilos, temos no Governo Vanazzi, na figura do Secretário Geral de Governo Marcel Frisson que é considerado uma das referências maiores da administração e com qualificações interessantes em buscar recursos extra orçamento municipal por meio de projetos onde os parceiros são outras  esferas de governo.

Em menos de 01 um ano, São Leopoldo já consolidou um investimento de moradias que passa de R$ 51 milhões e já está credenciado em vários projetos que se conquistados, vão injetar quase R$ 100 milhões em investimentos urbanos e de saneamento. A construção destas possibilidades e até realidades, demonstra claramente, que gestão pública não se faz na base da porrada ou de experiência empíricas buscadas em manuais de gestão pública ou até em caríssimas e ineficientes assessorias, mas sim, com conhecimentos técnicos e principalmente, onde tem dinheiro ou recursos com carimbos. Sobre estes carimbos, de nada adianta lá estarem se uma administração não tem gente com a devida competência e eficiência e em vez disto, muita arrogância e prepotência e pouca sabedoria e conhecimento de causa pública.

Nestes tempos de pouco recursos públicos, talvez, uma das poucas senão a única alternativa de qualquer alento ou possibilidade de investimentos na administração municipal, são estas parcerias materializadas por meio de projetos bem feitos e principalmente, encaminhados com eficiência.

 

Autor

Bado Jacoby

bado@visaodovale.com.br

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